VASO, 2019
Colete de resina e metal, tinta spray e Zamioculca
Dimensões variadas - altura aproximada de 1 metro
VASO é um trabalho que faz referência ao uso
de colete ortopédico a partir do ponto de vista de médicos ortopedistas.
A peça é uma escultura construída a partir de um colete ortopédico milwakee
que foi usado pela artista em sua adolescência com a aplicação de uma muda
de Zamioculca, que passou a ser cultivada dentro do colete.
Em VASO, o colete ortopédico serve com uma espécie de cerca que tenta
pertencer ao todo. A peça foi tingida de verde para que o objeto tentasse se
camuflar no meio da folhagem.
O trabalho é uma representação da metáfora utilizada por ortopedistas, que
comparam o colete ortopédio a cercas que impedem árvores tortas de
crescerem de maneira retorcida.
Em VASO, as folhas resistem e extravasam o limite do objeto, crescendo
entre suas entranhas.
A peça foi selecionada para a 51a Anual de arte da FAAP -
Exposição de novembro 2019 a fevereiro de 2020 no Museu de Arte Brasileira, São Paulo.
EN
VASO is a work that references the use of orthopedic braces from the perspective of orthopedic doctors.
The piece is a sculpture built from a Milwaukee brace once worn by the artist during her adolescence, into which a Zamioculca plant was placed and cultivated.
In VASO, the orthopedic brace functions as a kind of fence that tries to belong to the whole. The piece was dyed green so the object could attempt to camouflage itself within the foliage.
The work embodies a metaphor commonly used by orthopedic doctors, who compare the brace to fences that prevent crooked trees from growing in twisted ways.
In VASO, the leaves resist and overflow the limits of the object, growing through its inner structure.
The piece was selected for the 51st Annual Art Exhibition at FAAP — on view from November 2019 to February 2020 at the Brazilian Museum of Art in São Paulo.







